“Não espere que o impossível aconteça, se nem o possível você é capaz de fazer acontecer!” (A.S. 2015)

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Aonde queremos chegar?


Um dia qualquer de nossas vidas, iremos acordar diferentes, para muitos até poderá parecer uma dia entre tantos já vividos, mas para alguns será o dia da mudança.
Passamos a maior parte de nossas vidas, tentando responder uma única pergunta: Porque o jardim de meu vizinho sempre é mais vistoso? Ocasionalmente a resposta irá gerar muitas divergências, mas certamente a resposta será sempre a mais simples: “Nós não somos nem um pouco pacientes, para semear ideias, cultivar saberes e colher experiências”.
Quantos, nunca olharam para uma determinada pessoa e disseram: “Vai ter sorte assim lá na china”. Será mesmo sorte? Ou será persuasão?
A vida, nos reserva vários caminhos desconhecidos, mas podem ter certeza, nenhum deles é intransitável, apenas precisamos saber aonde realmente queremos chegar.

E qual é o dia da mudança?

Bom, caros leitores, esse dia tenham certeza que irá chegar, apenas precisamos deixar de ser vitimas do destino e nos tornarmos responsáveis por nossas escolhas e caminhos!

(SUCHARA, A. 2014)


domingo, 9 de fevereiro de 2014

Pobre país rico

Escrito por Adm. Sebastião Luiz de Mello.

No dia 31 de dezembro de 2013, por volta das 14h30, o impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou uma arrecadação recorde de impostos federais pagos pelos brasileiros durante o ano: R$1,7 trilhão. Este resultado contrasta radicalmente com os dados apresentados no Estudo sobre a Carga Tributária/PIB x IDH, desenvolvido pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBTP) que revelou como o país administra muito mal os recursos recolhidos. O documento revela que entre os 30 países com maior arrecadação tributária do mundo, o Brasil ficou em último lugar -- ou seja, está entre os que oferecem os piores serviços públicos proporcionalmente aos impostos pagos.
Estados Unidos, Japão e Irlanda estão no topo da lista, e países vizinhos como Uruguai e Argentina aplicam melhor seus tributos em maior qualidade de vida de seus habitantes. Existe historicamente uma enorme discrepância entre a alta carga tributária brasileira e o ineficiente serviço prestado em áreas essenciais como Saúde, Transporte, Segurança, Educação.
Senão vejamos: o Sistema Público de Saúde (SUS) enfrenta uma crise que se agrava a cada ano. Faltam leitos, médicos, medicamentos, equipamentos, profissionais especializados. Episódios de morte por negligência e demora no atendimento nos hospitais públicos são frequentemente denunciados nos meios de comunicação.
Na área do Transporte público ou privado, sempre precário e oneroso, são diárias as ocorrências como superlotação nos ônibus, trens e barcos; horas perdidas em deslocamentos; trânsito paralisado; tarifas caras.  Adversidades que obrigam milhões de brasileiros a continuarem submetidos a este sistema desumano.  
Por outro lado, informações publicadas na 7ª edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública (2013) mostram o crescimento vertiginoso da criminalidade no país. O documento revela dados alarmantes e afirma: "Vivemos em uma sociedade fraturada e com medo; aflita diante da possibilidade cotidiana de ser vítima e refém do crime e da violência". A situação ainda se torna mais delicada se considerarmos que o Brasil tem um dos piores sistemas penitenciários do mundo. 
No caso da Educação, entre os 65 países participantes do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), o Brasil é o 53º colocado. Analfabetismo funcional, falta de domínio do uso da leitura e da escrita, grande contingente de jovens fora da escola, baixa proficiência, são algumas das mazelas do sistema educacional brasileiro.
O quadro é realmente preocupante. Mas o que estaria por trás de tamanha ineficiência em todas as áreas de atendimento ao cidadão? Não será difícil responder: má gestão. Pois diante de todo este caos de serviços em áreas básicas encontramos exemplos de sucesso. Uma dessas exceções é o Hospital do Subúrbio, localizado em uma das regiões mais pobres de Salvador (BA). Fruto de parceria entre os setores público e privado, um modelo a ser seguido, o hospital atende a mais de 30 mil pessoas por mês, na unidade que só recebe pacientes do SUS. Capacitação periódica dos funcionários que lidam diretamente com os doentes, planejamento adequado, gestão profissional, auditoria trimestral, previsão de multas caso as metas de quantidade e qualidade no atendimento não forem alcançadas, são exemplos de boas práticas de Administração que ajudam a manter o sucesso do projeto.
O transporte público brasileiro pode e deve funcionar e Curitiba (PR) é um exemplo de trânsito seguro e eficiente. O sistema de corredores exclusivos de ônibus, adotado pela cidade há mais de 30 anos, ainda funciona muito bem. O modelo serviu de inspiração para outras cidades brasileiras e mais de 80 países. A prefeitura do Rio de Janeiro (RJ), por exemplo, está implantando esse sistema, que denominou de Bus Rapid Transit (BRT). Isso demonstra que uma gestão profissional, adequada engenharia de tráfego, fiscalização eficiente e educação do cidadão para o trânsito, podem mudar - para melhor - o caos do transporte público brasileiro.
Na área educacional existem modelos de ótimas gestões em escolas públicas que podem servir de inspiração para nossos governantes, como o caso da escola Paulistana Rui Bloem, que atende dois mil alunos e obteve por duas vezes o melhor desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), acabou se transformando em escola-modelo. O segredo do sucesso? Uma gestão profissional compartilhada entre pais, professores e funcionários.
As prisões - um dos principais gargalos do sistema de segurança do país - estão em condições desumanas e são consideradas locais de tortura, violência, superlotação. Existe solução para esse dilema? Sim: a Parceria Público-Privada (PPP) pode ser uma saída. Em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte (MG), começou a funcionar, neste início de ano, o primeiro presídio construído e gerido pela iniciativa privada no Brasil. O grupo Gestores Prisionais Associados (GPA), responsável pela unidade, promete acesso obrigatório de detentos a salas de aula, livro, assistência médica e odontológica, consulta para terapia educacional e boas refeições. O centro de detenção vai abrigar 3040 presos ao valor mensal de R$2 mil por preso, basicamente o mesmo custo dos presídios federais.
Esses exemplos demonstram, portanto, e felizmente, que os entraves nestas áreas essenciais não estão necessariamente ligados à falta de recursos, mas à má gestão. Assim, é certo afirmar que um planejamento adequado, gestão profissional, acompanhamento e fiscalização eficientes - ou seja, Administração Profissional - podem transformar o Pobre Brasil Rico em uma nação plena e desenvolvida.


Acesso: 09/02/2014 – 21h32min

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

CONVOCAÇÃO / CONVITE - Reunião CMAS 07.02.2014


REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

ALEXANDRO SUCHARA, Presidente do Conselho Municipal de Assistência Social de Presidente Getúlio-SC, na forma do Decreto Municipal 114, de 04 de outubro de 2013, e no uso das atribuições que lhe confere o Art. 11, inciso I, de seu Regimento Interno, CONVOCA os Senhores e Senhoras representantes do governo municipal e da sociedade civil organizada com assento no mencionado conselho e CONVIDA a sociedade em geral, para a REUNIÃO ORDINÁRIA do Conselho Municipal de Assistência Social de Presidente Getúlio, a saber:

- Data: 07/02/2014;
- Horário: 08h00min;
- Local: CRAS – Centro de Referência da Assistência Social, Rua Sigfrido   Gaertner, 51 – Presidente Getúlio-SC;
- Pauta:
1 - Leitura da última ata,
2 - Organização da Agenda
3 - Debate sobre outros assuntos pertinentes.


Alexandro Suchara
Presidente do CMAS-PG(SC)


segunda-feira, 25 de novembro de 2013

CONVOCAÇÃO / CONVITE - Reunião CMAS 29.11.2013

REUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

  ALEXANDRO SUCHARA, Presidente do Conselho Municipal de Assistência Social de Presidente Getúlio-SC, na forma do Decreto Municipal 114, de 04 de outubro de 2013, e no uso das atribuições que lhe confere o Art. 11, inciso I, de seu Regimento Interno, CONVOCA os Senhores e Senhoras representantes do governo municipal e da sociedade civil organizada com assento no mencionado conselho e CONVIDA a sociedade em geral, para a REUNIÃO ORDINÁRIA do Conselho Municipal de Assistência Social de Presidente Getúlio, a saber:

- Data: 29/11/2013;
- Horário: 08h00min;
- Local: CRAS – Centro de Referência da Assistência Social, Rua Sigfrido   Gaertner, 51 – Presidente Getúlio-SC;
- Pauta:
1 - Leitura da última ata,
2 – Avaliação Censo Suas do CMAS.



Alexandro Suchara
Presidente do CMAS-PG(SC)


segunda-feira, 19 de agosto de 2013

O Culpado é Sempre o Outro!



Muita gente sabota o próprio sucesso. Acredite! São pessoas que procuram explicações externas, fora de si e de sua responsabilidade para justificar seus equívocos.
E enumeram muitos vilões: a economia, o mercado, a concorrência, a pressão dos fornecedores, dos clientes. Ou ainda o diretor, o gerente, o colega do outro setor.
Sempre existe um culpado, que sempre mora ao lado e age de maneira predatória. Não resta aos sabotadores senão sucumbir. Não resta aos desmotivados então desistir.
São pessoas que dizem: "Não sigo adiante porque tudo conspira contra mim". Conhece alguém assim aí pertinho de você?
Parece que essa questão de culpar o outro, culpar o mundo está na origem da história da humanidade. É só dar uma olhadinha na Bíblia.
Quando Deus perguntou a Adão quem foi que transgrediu a lei e comeu do fruto da árvore proibida, ele foi logo apontando para Eva. Esta, por sua vez, também tratou de tirar o corpo fora e disse: "Foi à serpente". Então...
Nos cenários de mentira, fazemos das nossas miragens as nossas verdades e as nossas melhores e únicas aliadas. E, neste caso, não estamos apenas mentindo para Deus e para o mundo, estamos mentindo para nós mesmos.
Aproveite este momento para fazer um exercício de autoconsciência. Será que você está buscando desafios ou segurança? Não se deixe embaçar por uma visão equivocada.
Lembre-se: Miragens são como bolas de ferro amarradas às nossas pernas. Podemos até ir em frente com algum esforço, mas não sem gastar mais energia que o necessário e que causa também um sofrimento que poderia ter sido evitado.
Assuma o comando de sua vida. Desafios extraordinários produzem pessoas extraordinárias. E desafios são estímulos para acionar a imaginação e a criatividade que aliados ao conhecimento o torna imbatível.
Autor: Gilclér Regina

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Reflita sobre isso!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O MEC QUER ACABAR COM AS APAES

Se algo funciona bem no Brasil, em nível de eficácia e excelência são as APAEs, a rede está presente em mais de dois mil municípios, e os serviços que realiza a mais de sessenta anos todos conhecem, dispensam apresentação.
É tão importante que pode-se dizer com tranqüilidade que hoje o país não seria o mesmo sem as APAEs.
Até o ano de 1954 o fenômeno “deficiência” senão ignorado, sequer era percebido pelo Estado, é exatamente neste momento que o trabalho de famílias empenhadas em buscar alternativas e soluções para que seus filhos de alguma forma sejam incluídos socialmente, faz surgir a Federação Nacional das APAEs, desde então, criou-se um novo paradigma onde a gestão eficiente e a excelência em cada procedimento, tem contribuído não apenas na inclusão, mas para melhorar a vida de milhares de pessoas, atingindo o fim precípuo do Estado Democrático de Direito que é levar felicidade ao cidadão, coisa em que o Estado (através dos vários Governos) se mostrou mais que incompetente: ausente.
Hoje, sabe-se lá porque “cargas d’água” (talvez falta do que fazer -só pode ser isso) vem o MEC, através da sua “Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva” (o nome é politicamente corretíssimo), documento produzido pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria Ministerial n. 555, de 5 de junho de 2007, prorrogada pela Portaria n. 948, de 9 de outubro de 2007, e na prática propõe o fim das Escolas Especiais, arguindo basicamente a educação inclusiva.
Fosse o Estado brasileiro um modelo de gestão e eficiência, a proposta até poderia ser avaliada, mas considerando o nível de mediocridade do serviço público no país (óbvio que existem exceções, mas são raríssimas) principalmente no que diz respeito ao atendimento ao cidadão, significa dizer que se a proposta avançar, as Escolas Especiais não só irão acabar, como as pessoas que são atendidas por elas serão lançadas ao descaso e à própria sorte, em nada diferente dos infelizes que morrem e sofrem diariamente nas desumanas filas produzidas pelo sistema de saúde, dignas das cenas mais horripilantes do inferno de Dante.
O MEC deveria vir somar com as APAEs, agregar e auxiliar, melhorar aquilo que já é bom, copiar seu modelo de gestão e levar para dentro das demais Escolas, desde a gestão na compra de merenda até a gestão de pessoas.
Nas APAEs também existem problemas, a diferença é que são encarados num caráter resolutivo de alta eficiência, diferente do MEC, cuja gestão tem deixado a desejar até na organização de eventos como o Enem, um verdadeiro constrangimento nacional para dizer o mínimo.
É preciso portanto que o MEC (seus dirigentes e responsáveis) procure algo mais positivo para fazer, como por exemplo desenvolver políticas de valorização para a classe dos Professores, ou criar um Grupo de Estudos através de Portaria Ministerial e apresentar soluções viáveis objetivando minimizar a violência dentro da sala de aula, enfim, propostas equilibradas e lúcidas não faltam, caso contrário, ele próprio pode acabar precisando dos serviços das APAEs, fato aliás que lhe faria muito bem, talvez apreendesse alguma coisa.
 
Acesso: 08 de agosto de 2013.
 



 

terça-feira, 30 de julho de 2013

VIVA COMO AS FLORES


Autor: Redação do Momento Espírita - Em 04.05.2009

 
Em um antigo mosteiro budista, um jovem monge questiona o mestre: Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes, muitas são indiferentes.

Sinto ódio das mentirosas e sofro com as que caluniam.

Pois viva como as flores, orientou o mestre.

E como é viver como as flores? - Perguntou o discípulo.

Repare nas flores, falou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim.

Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem, do adubo malcheiroso, tudo que lhes é útil e saudável... mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.

É justo inquietar-se com as próprias imperfeições, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o perturbem.

Os defeitos deles são deles e não seus.

Se não são seus, não há razão para aborrecimento.

Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora.

Isso é viver como as flores.

Numa simples orientação, sem dúvida, uma grande e nobre lição de bem-viver.

Mas, para viver como as flores, é preciso, ainda, observar outras características que elas nos oferecem como exemplo.

Importante notar que nem todas as flores têm facilidades, mas todas têm algo em comum: florescem onde foram plantadas.

Seja em terreno hostil, em meio a pedregulhos ou em jardins tecnicamente bem cuidados, as flores surgem para perfumar e embelezar a vida.

Existem as flores heroínas, que precisam lutar com valentia por um lugar ao sol. São aquelas que surgem em minúsculas frinchas, abertas em calçadas ou muros de concreto.

Precisam encontrar, com firmeza e determinação, um espaço para brotar, crescer e florescer.

Há flores, cujas sementes ficam sob o solo escaldante do deserto por muitos anos, esperando que um dia as gotas da chuva tornem possível emergir...

E, então, surgem, por poucos dias, só para espalhar seu perfume e lançar ao solo novas sementes, que germinarão e florescerão ao seu tempo.

Em campos cobertos de neve, há flores esperando que o sol da primavera derreta o gelo para despertar de sua letargia e colorir a paisagem, em exuberância de cores e perfumes.

Ah! Como as flores sabem executar com maestria a missão que o Criador lhes confia!

Existem, ainda, flores resignadas, que se imolam na tentativa de tornar menos tristes as cerimônias fúnebres dos seres humanos... enfeitando coroas sem vida.

Viver como as flores, portanto, é muito mais do que saber retirar vida, beleza e perfume, do estrume...

É mais do que florescer em desertos áridos e em terrenos inóspitos...

É mais do que buscar um lugar ao sol, estando numa cova escura sob o concreto espesso...

É mais do que suportar a poda e responder com mais vida e mais exuberância...

Viver como as flores é entender e executar a missão que cabe a você, a mais bela e valorosa criatura de Deus, para quem todas as flores foram criadas...

As flores são uma das mais belas e delicadas formas de expressão do Divino Artista da natureza.

Parece mesmo que o Criador as projetou e as colocou no mundo para nos falar da grandeza do Seu amor por nós, e também como lições silenciosas a nos mostrar como florescer e frutificar, apesar de todos os obstáculos da caminhada...

 

Reflita sobre isso!